Amar a si mesmo faz parte de um processo fundamental na vida

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autoestima amar a si mesmo
Créditos: istock

Para algumas pessoas, se amar acima de qualquer pessoa pode ser considerado um ato egoísta. O que é um engano. Amar a si mesmo faz parte de um processo fundamental na vida e permite amar os outros de uma forma mais sincera. 

O amor que você sente pelos outros só será verdadeiro se o seu amor próprio tiver uma base sólida, se você tiver autoestima. O amor começa por si mesmo! 

De acordo com João Gonsalves, escritor, terapeuta transpessoal e pesquisador, mais importante do que ter “pé no chão” é ter amor próprio e, como consequência disso, a auto aprovação e autoestima.

Ao nos aprovarmos, nosso sistema já estará saudável e nos aproximará de pessoas que estão em harmonia conosco e a paixão poderá ser vivida intensamente sem preocupações”, explica.

O amor próprio é a origem da felicidade para os que têm e os que estão no entorno dessa pessoa sentirão os benefícios que emanam naturalmente dela.

A baixa autoestima interfere em todos os relacionamentos, pois ela já é um sentimento de ser menos, não ter valor e, portanto, não ser reconhecido e aceito. Sendo assim, a tendência dessa pessoa é que tenha relacionamentos onde tudo isso aflora, pois, o externo é a representação do nosso subconsciente, onde temos nossas crenças, (o famoso espelho) e a baixa autoestima é uma programação subconsciente de que não mereço ser amado e isso, por si, já irá gerar experiências onde não me sentirei amado. As crenças são auto realizadoras”, alerta João.

O amor romântico pode ser conceituado como uma necessidade do outro, que precisa necessariamente de reciprocidade para ser satisfatório e, na verdade, não é amor e, sim, a necessidade que a pessoa sente de ser nutrido pelo outro .

Uma pessoa pode viver um romance com amor, mas o romance não é o amor, pois depende de reciprocidade e o amor é uma doação natural do ser”, segundo João.

Amar é diferente de se apaixonar, pois o amor não depende de reciprocidade, nem de benefícios que o outro pode nos dar. Amar é um sentimento profundo de boa vontade, de bem querer, onde realmente desejamos que o outro seja feliz e, se pudermos, para contribuir para essa felicidade, sem objetivar receber nenhuma recompensa.

Apaixonar-se é um sentimento que está sedimentado no desejo de se relacionar afetivamente e sexualmente com a outra pessoa e esse sentimento, para prosperar, precisa necessariamente de reciprocidade.

Todo relacionamento íntimo necessita de reciprocidade, pois para beijar, precisa duas pessoas, assim como  para fazer sexo. A paixão nos leva a querer uma interação, uma troca e não é uma doação e, sim, uma necessidade do outro”, conclui.

João destaca que a importância de cultivar o amor cotidianamente é muito grande, porque, ao ser amoroso, você se torna mais compreensivo, pacífico e fica em harmonia, o que já se faz muito compensador.

Porém, tem muitos outros benefícios, como manter boa  saúde, ter melhores relacionamentos e manter um estado de paz interior. Ser uma essência amorosa e agir em coerência com essa essência traz um grande bem estar e o corpo e mente ficam saudáveis”, finaliza João.


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Carol Sisson

Jornalista e Escritora. Escrevo sobre o que transforma. Autora de "30 Provérbios para Transformar Sua Vida".
No Blog Carol Sisson, escrevo sobre bem-estar, espiritualidade, saúde mental e cultura contemporânea, unindo jornalismo e propósito para inspirar leveza, presença e sentido em cada palavra.

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